29 de março de 2016

de (quase) tudo ao quase nada.



Acho que tenho medo.

Apenas mais um medo sabes...

De tanta coisa que já te contei, não me arrependo mas nunca te contei os meus medos, mas ganhei um novo medo..

É de uma maneira tão fácil e tão rápida como alguém pode pôr uma pessoa no topo, pegar nela ao colo e deixa-la num topo.

Os medos andam de mãos dadas com as inseguranças, sim é verdade. Também é verdade que fazem novos amigos, por exemplo os fantasmas, esses então.. quando vais fazer algo, toca-te ao ombro e diz-te para voltar pra trás.

Existem tantos ciclos viciosos, no ciclo do medo então, é algo que gira muito rápido.

Medo- Insegurança e.... coração nas mãos.

Sim, é isso mesmo coração nas mãos, é como fico quando não estás bem. Acho que não há necessidade de me sentir assim, tu tens tanta força, eu já notei isso mas fico assim.

A vida é tipo de vários tipos, como os medos, vão, voltam, é como fechares a tua mão e passares o dedo pelos teus ossos, sobe... desce... sobe... desce.. e assim vão e voltam.

Ganhei o medo de te perder, confesso. Se dissesse que estaria à espera, estaria a mentir. Não esperava ficar com o coração nas mãos, suspirar a cada meia hora por assim se dizer, abrir e fechar a janela para ver se tinha alguma notificação.

Só mais um, de tantos medos que eu tenho, talvez um dia te conte alguns deles.

Mas fica, fica por favor, não deixes tudo agora, tu consegues.

"Vai correr tudo bem"