9 de agosto de 2012
encostei-me outra vez à parede.
Os dias vão passando, vou ouvindo "tu e a marta ainda vão voltar" e abano a cabeça, pergunta-me por ti e eu abano a cabeça, ou simplesmente mudo logo de conversa mas insistem em ficar em ti. perguntam-me porque acabou. Tudo isso é insuportável. Não te sintas mal por isso, só eu tenho que sentir. Não carrego o telemóvel para não ter que agarrar nele e mandar-te msg a dizer que te amo mais que a minha própria vida, yes, its like i said. Continuo a amar-te sim, tal e qual. Os meus pensamentos começam e acabam sempre naquele canto perto da porta daquele prédio, onde eu e tu sorria-mos (...) No entanto pergunto-me todos os dias como estás tu, se passa-se algo.. eu não sei, tento imaginar "sim, deve estar tudo bem". Mas quero-te, quero-te bem, comigo acima de tudo, a culpa é minha de ter dado um passo em frente e tu teres ficado atrás, eu comprometo-me a isso. Saber que vem aí os meus anos, vai-me pôr por certa parte bastante mal, porque eu recebi um enorme presente, tu sabes bem o quê. Enquanto agora choro, digo que te amo feito estúpido, imaginando a minha vida daqui a 3,5 anos contigo, claro que ainda penso nisso. Acabam-se as palavras e eu só sei dizer que te amo e que sinto tantas saudades tuas. Adeus.